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BASTIDORES

Senador Esperidião Amin e Deputada Federal Ângela Amin são recepcionados por Suchek

Bruna Werle
Foto: Bruna Werle

Na manhã da última sexta-feira, 2, o presidente e coordenador regional Progressista, Luiz Milton Suchek recebeu uma comitiva para reunião regional do partido. O Senador Esperidião Amin, a Deputada Federal Ângela Amin e o presidente estadual Progressista, Silvio Drevek, ouviram os anseios das lideranças da região.

Em entrevista ao jornal Correio do Norte e ao JMais TV, o Senador destacou alguns pontos abordados no encontro, como o fim da união dos partidos ou coligação proporcional, a candidatura para a Majoritária, e a busca pela representatividade feminina e da juventude nas eleições de 2020.

"Separando o joio do trigo, quem compuser uma chapa para vereador, já é trigo, se puder ter candidato a vice-prefeito, é melhor para essa chapa e se tiver candidato para prefeito, vai ter mais voto ainda. O objetivo dessa nova regra é reduzir o número de partidos no Brasil. Porque esses mais de 30 partidos na Câmara, mais de 20 partidos no Senado, é uma causa de corrupção", afirma Amin.

Outro assunto abordado foi a participação estadual e municipal na reforma da Previdência Social. "A Câmara reduziu os danos que esse remédio amargo, mas necessário, traria. Agora no Senado, nós vamos tentar recompor essa barbaridade que é retirar Estados e Municípios. Esse é um desafio que nós vamos tentar resolver para dar aos Estados, a possibilidade de aderirem, na parte que desejarem a Reforma da Previdência", argumenta o senador.

A deputada federal, Ângela, comenta da necessidade de aprofundamento dos estudos e avaliações sobre as mudanças na Previdência feitas peça Proposta de Emenda à Constituição (PEC). "Esse tempo [para aprovação em primeiro turno da PEC] foi necessário para que tivéssemos um projeto menos danoso possível a sociedade, que fosse positiva a retomada do seu desenvolvimento", ressalta Ângela.

Uma das conquistas da Câmara de Deputados foi o princípio de igualdade, dando tratamento isonômico aos diferentes profissionais, na proposta da reforma. "Principalmente no não tratamento igual aos desiguais. Não podemos tratar o profissional da agricultura, o professor e a polícia, que tem condições de trabalho diferentes, da mesma forma àqueles que trabalham em um ambiente totalmente positivo", explica a Deputada.

Sobre o desenvolvimento da região, Esperidião afirma estar convencido de que Canoinhas e região representam um polo que pode se notabilizar na produção de proteína animal e não vegetal, a exemplo do Estado, deveria investir mais na agroindústria.

"Estar livre da febre aftosa abriu para nós o comércio internacional de carnes e embutidos. Acho que Canoinhas e o Planalto Norte tem essa vocação natural, podemos então pensar em variações a respeito disso, mas é na base da industrialização daquilo que nós produzimos a partir daquilo que a natureza oferece", finaliza.




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