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ADOSAREC: ?Problema com ônibus não tirou o brilho da festa?

Confraternização da Adosarec teve a participação de aproximadamente 600 pessoas; estimativa era chegar a 1.500

?Muito obrigado?, disse Verônica, emocionada
Foto: Fábio Rodrigues

 A confraternização da Associação dos Doadores de Sangue da Região de Canoinhas (Adosarec) no domingo, 27, reuniu aproximadamente 600 pessoas no pavilhão da Igreja Matriz Cristo Rei. As crianças se divertiam na cama elástica e na piscina de bolinhas, enquanto os pais esperavam a hora do sorteio dos mais de 30 brindes.

Depois de um hiato de um ano, a Adosarec voltou a promover a confraternização. Desta vez, em abril, para que mais famílias pudessem participar. A justificativa da diretoria tem relação com o período de plantio e colheita nas propriedades rurais, pois a maioria dos associados é do interior.
Essa foi a primeira vez que a viúva de Orestes Golanovski, dona Verônica, participou da comemoração. O filho e presidente da associação, Silmar Luiz Golanovski, aproveitou a oportunidade e chamou Verônica para uma surpresa: um banner com a foto de Orestes, que emocionou todos os participantes. “Muito obrigado”, foram as únicas palavras que conseguiram sair da boca de Verônica, que esteve ao lado de Orestes nos melhores e piores momentos.
Porém, o espaço organizado para a festa não foi totalmente utilizado, sobrou comida, os brinquedos poderiam ser mais aproveitados e outras pessoas teriam oportunidade para ganhar os brindes. Não fossem os problemas com os ônibus que buscariam as famílias nas comunidades do interior de Bela Vista do Toldo e de Canoinhas, a confraternização teria atingido o objetivo de reunir mais de mil pessoas, como nos anos anteriores.
 
ÔNIBUS
Segundo o presidente da Adosarec, em Bela Vista do Toldo a secretária de Educação, Ivani Kuchler, afirmou que três ônibus seriam cedidos para o transporte das famílias, passando por 13 localidades. “O roteiro foi confirmado ainda na tarde de sexta-feira, por e-mail, com o horário de saída dos ônibus”, conta a secretária da associação, Márcia Sachweh.
No domingo, porém, apenas duas pessoas chegaram com o ônibus de Bela Vista do Toldo, às 8h50. “O motorista disse que eles foram orientados a saírem uma hora antes das comunidades”, diz Golanovski.
Já nas localidades de Canoinhas, tanto a Adosarec quanto a Prefeitura mandaram ofício ao Coletivo Santa Cruz pedindo o transporte dos doadores para a confraternização. “Eu fui até lá, com os horários e o roteiro, mas o funcionário que me recebeu nem atendeu direito”, lembra Márcia. O resultado: como os ônibus de Canoinhas não apareceram até o horário do almoço, Márcia ligou para o responsável, que disse ter esquecido porque esperou ligarem confirmando. “Não bastaram os ofícios? Ainda precisava ligar atrás? Se eu comprar uma passagem de ônibus antecipadamente ainda preciso ligar para confirmar que vou viajar?”, questiona Golanovski. “Apesar de tudo, o problema com os ônibus não tirou o brilho da festa.”
A secretária Ivani prefere não comentar sobre o assunto. Ela procurou um advogado para responder aos apontamentos feitos por Golanovski no programa que apresenta na rádio 98 FM, na segunda-feira, 28.
O CN tentou contato com o Coletivo Santa Cruz por cinco vezes, na tarde desta quarta-feira, 30, mas ninguém atendeu.

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