Os cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas tiveram criação de novos postos de trabalho em agosto, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta terça-feira, 29.

O resultado global - criação líquida de 165.827 novos postos - ficou acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 93.486 vagas.

Como de costume, o saldo mais positivo foi registrado no setor de serviços, que abriu 110.346 vagas em agosto. Em seguida, aparecem construção (20.848), indústria (16.613), comércio (16.565) e agropecuária (1.452).

Unidades da Federação

Em agosto, 24 das 27 Unidades da Federação tiveram saldo positivo no mercado de trabalho. Lideram o ranking, em números absolutos, São Paulo (42.533 vagas), Rio de Janeiro (20.886) e Pernambuco (13.428). Na ponta oposta, aparecem Rio Grande do Sul (-1.611), Rondônia (-923) e Espírito Santo (-287).

O salário médio real de admissão passou de R$ 2.411,48 em julho para R$ 2.410,74 em agosto, uma redução de R$ 0,74 (-0,03%). Frente ao mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o salário de agosto de 2026 aumentou R$ 24,31 (1,02%).