A General Motors (GM) registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 1,305 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 31,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro ajustado por ação avançou para US$ 3,57, ante US$ 2,53 um ano antes. O resultado superou a projeção de analistas consultados pela FactSet, de US$ 3,19 por ação.
Já a receita avançou 1,9%, para US$ 48,0 bilhões, acima das expectativas, de US$ 47,01 bilhões.
Apesar do recuo do lucro contábil, o EBIT ajustado cresceu 29,8%, para US$ 3,94 bilhões. A margem EBIT ajustada aumentou de 6,4% para 8,2%, refletindo a melhora da rentabilidade operacional.
Com o desempenho, a montadora elevou pela segunda vez neste ano sua projeção para 2026. A empresa passou a prever EBIT ajustado entre US$ 14 bilhões e US$ 16 bilhões, ante faixa anterior de US$ 13,5 bilhões a US$ 15,5 bilhões. A estimativa para o lucro ajustado por ação foi elevada para US$ 12 a US$ 14, enquanto a projeção de fluxo de caixa livre ajustado da divisão automotiva subiu para US$ 9,5 bilhões a US$ 11,5 bilhões.
Por outro lado, a companhia reduziu sua expectativa de lucro líquido atribuível aos acionistas para o ano, agora estimado entre US$ 8,4 bilhões e US$ 9,8 bilhões, refletindo ajustes extraordinários relacionados ao reposicionamento estratégico da operação de veículos elétricos e à reestruturação das atividades na China.
O conselho de administração também aprovou o pagamento de dividendo trimestral de US$ 0,18 por ação, com pagamento previsto para 17 de setembro.
Às 7h53 (de Brasília), no pré-mercado de Nova York, a ação da General Motors caía 1,08%, mas operava com forte volatilidade entre ganhos e perdas.
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