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Justiça reconhece roubo seguido de morte em crime ocorrido em 2025; investigação da Polícia Civil foi fundamental para identificar e prender o autor
Um homem foi condenado a 30 anos de prisão em regime fechado pelo crime que resultou na morte do coronel da reserva da Polícia Militar, Roberto Silva, de 71 anos, em Mafra. A decisão judicial é de primeira instância e também inclui pena por dano qualificado e aplicação de multa.
O réu, identificado como Giovani Pierre Ramos, foi condenado por roubo seguido de morte, além de responder por danos causados durante a ação criminosa.
O crime ocorreu em abril de 2025 e desde o início das investigações foi tratado como latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. O caso ganhou repercussão devido à violência empregada e ao fato de a vítima ser um oficial da reserva da Polícia Militar.
De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil, foram identificados sinais de arrombamento na residência da vítima, além do desaparecimento de diversos objetos pessoais, como arma de fogo, televisão e relógios.
Durante o trabalho policial, parte dos itens foi recuperada e outras medidas investigativas, como análises de materiais e diligências, ajudaram a reunir provas que ligaram o acusado ao crime. O trabalho contou ainda com apoio de outras forças de segurança e perícias técnicas.
O suspeito foi preso poucos dias após o crime, quando tentava deixar a região. Ele foi localizado em um trem de carga na região norte do estado e detido após ação conjunta das forças de segurança.
O corpo de Roberto Silva foi encontrado dentro de sua residência, com sinais de violência e indícios de que houve luta no local. As circunstâncias reforçaram a tese de latrocínio desde o início da investigação.
Com a sentença, a Justiça confirmou a linha investigativa apresentada pela polícia e pelo Ministério Público, encerrando a primeira fase do julgamento do caso.
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